LANCE!Com a palavra: 'Acordou tarde e jogou pouco. Pula esse jogo!'
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da bet7k:
da brwin: Era covardia até. O Vasco que entrou em campo na última quarta-feira praticava outro esporte. Futebol quem jogava era o São Paulo. O time de Celso Roth demorou quase meia hora para se encontrar em campo. Neste período ausente, o Tricolor trocava passes, dava lençol, passe de calcanhar, virava o jogo, cruzava e chutava. Ganhava de 2 a 0 e estava barato. A defesa cruz-maltina batia cabeça, o meio-campo inexistia e muitos jogadores escorregavam. Parecia que o relógio vascaíno estava dois segundos atrasado: os defensores da cruz de malta chegavam sempre depois.
Mas acertaram o relógio. Pouco antes da saída de Lucas para a entrada de Rafael Silva já havia o indício, mas foi a substituição que fez o time de São Januário aparecer, realmente, no Mané Garrincha. Sem nada de muito relevante, é verdade, ter sido produzido. E antes de Thalles, que entrou no intervalo, ter tempo de mostrar serviço, um novo gol são-paulino foi um balde de água fria.
Riascos foi um caso à parte. O heroísmo do gol contra o Flamengo poderia ter se multiplicado ontem. Foram três chances perdidas de maneira surreal. Antes da metade da segunda etapa, foi ele quem poderia ter empatado um jogo antes desastroso da equipe. Mas a evolução cruz-maltina não teve sequência. O Vasco simplesmente não teve força e qualidade técnica para superar o gol de Rogério Ceni. E quando fez por onde, faltou sorte. Porque quando a fase é ruim, nem o chute de Andrezinho, com o goleiro no chão, passa do zagueiro adversário.
Para sair do Z4, o Vasco precisa acordar antes nas partidas. Precisa ter mais criatividade, mais velocidade e mais organização. Talvez precise mais dos reforços do que imagina. Talvez precise de mais reforços do que os que já chegaram. Para que a capela de Nossa Senhora das Vitórias, em São Januário, não precise ser visitada tão cedo…